domingo, dezembro 11, 2005

Alice



Banda sonora composta por Bernardo Sassetti...

quinta-feira, dezembro 08, 2005

Bernardo Sassetti lança novo Cd

Bernardo Sassetti: disco "Alice" à venda 2ª feira 3/12/2005


"Alice", a banda sonora do filme homónimo de Marco Martins, sai esta Segunda-feira. Da autoria de Bernardo Sassetti, o registo musical do filme é interpretado por um trio de piano, a cargo do próprio, clarinete e contrabaixo.

Depois de ter lançado recentemente o disco "Ascent", com o Bernardo Sassetti Trio 2 ­- neste caso lê-se Bernardo Sassetti Trio "ao quadrado" uma vez que o pianista é o "vértice" de dois trios, um erudito e outro de jazz - o músico assina mais uma composição para cinema.

Entre as parcerias recentes com a Sétima Arte contam-se as bandas sonoras para filmes como "Quaresma", de José Álvaro Morais, "O Milagre Segundo Salomé", de Mário Barroso, e "A Costa dos Murmúrios", de Margarida Cardoso.

Sassetti revelou também, que está a preparar dois projectos. Estes incluem a gravação de um disco mais "percussionista" em colaboração com a banda portuense Drumming e a escrita de um concerto para dois pianos com a Orquestra Clássica do Algarve.

Sax Jazz

quarta-feira, dezembro 07, 2005

Diana Krall & Brian Wilson - Wat I Really want for Christmas..

Diana & Brian são músicos que gravam geralmente discos relacionados com a época natalícia...
Este disco tem temas como "Let it Snow", "Jingle Bells", "Santa Claus is comming to Town", etc...

Sax Jazz

Regresso..

Podemos chamar a este post um "regresso"...
As aulas são definitivamente algo que nos faz abdicar de certas coisas...

Como já puderam constatar, o blog foi uma coisa deixada um pouco para traz... Pedimos desculpa pelo tempo que esteve parado, e tentaremos dar algum movimento agora nas férias... O jazz mexe com os nossos corações de maneira que já não conseguimos fechar este blog…

Aproveito para desejar a todos os leitores um Feliz natal com muita paz, amor, e não faltando claro... Muito Jazz!

Jazz-In Team

terça-feira, novembro 15, 2005

Novo blog...

Recentemente foi criado um novo blog...
Este blog vai permetir a visualização da arte fotográfica, no que diz respeito ao mundo do jazz...
O blog terá como título "Jazz Pictures"
Espero que gostem...

Cumprimentos...

www.jazz-pic.blogspot.com

terça-feira, outubro 25, 2005

A qualidade e um mercado em crescimento

Não só tem o mercado do jazz enquanto género musical se expandido nos anos recentes, como os festivais de jazz noruegueses granjearam também um reconhecimento mais abrangente. Mais de 20 festivais de jazz de alta qualidade atraem públicos cada vez mais vastos a cada ano que passa. Estes festivais proporcionam oportunidades de trabalho aos músicos de jazz noruegueses, ao mesmo que lhes dão acesso a artistas internacionais que servem como fontes de inspiração e lhes permitem atingir um público mais alargado.
Recrutamento e educação

Muito do êxito actualmente desfrutado pela comunidade norueguesa do jazz é devido aos elevados padrões utilizados com respeito tanto à esfera organizacional como às oportunidades educacionais. Um novo programa em estudos rítmicos recentemente introduzido em várias faculdades e universidades nacionais contribuiu em grande medida para estes desenvolvimentos. Em particular, o programa de jazz na Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, em Trondheim, ajudou a fazer da Noruega um líder no campo da formação em jazz. Graças a tais esforços, a cena norueguesa do jazz granjeou a reputação de ser uma das mais inovadoras na Europa actual.
Levar esta formação em estudos rítmicos até ao nível da última fase dos estudos secundários e a escolas artísticas proporcionará também às crianças e aos mais jovens um maior conhecimento sobre o jazz. Um grande número de artistas recentes iniciou as suas carreiras musicais em bandas escolares e outras arenas musicais de carácter amador por todo o país. Isto assegura que o recrutamento para a comunidade do jazz poderá futuramente ser feito a partir de uma base bem ampla.

Jazz Norueguês a Crescer!!

Jazz

O jazz norueguês vai de vento em popa!!!

Desde os anos sessenta do século XX, os músicos de jazz noruegueses têm vindo a desfrutar de êxito tanto a nível nacional como internacional. Artistas como Jan Garbarek, Karin Krog e Terje Rypdal são conhecidos em todo o mundo do jazz. Nils Petter Molvær, Sissel Endresen e Bugge Wesseltoft também receberam aclamação internacional. Hoje em dia, músicos como Trygve Seim, Pål Nilssen-Love e Håkon Kornstad, e conjuntos como os Atomic, os Wibutee e os Jaga Jazzist todos fazem parte da elite do jazz internacional. O jazz norueguês tem vindo a tornar-se cada vez mais popular nos anos recentes, tanto entre o seu público nacional, em rápida expansão, como – e até de forma mais visível – no mercado internacional. Embora tal seja devido principalmente ao talento dos músicos propriamente ditos, houve também um esforço dirigido por parte da comunidade do jazz em geral de modo a implementar uma estratégia ponderada e bem planeada. Estes esforços foram seguidos de perto pelas autoridades públicas.

David Binney Sextet no Seixal Jazz 2005

David Binney Sextet

Seixal Jazz 2005

27 Out 2005 | 21:30


David Binney saxofone alto
Mark Turner saxofones tenor e soprano
Adam Rogers guitarras
Craig Taborn piano
Scott Colley contrabaixo
Dan Weiss bateria

Auditório Municipal - Fórum Cultural do Seixal
21:30h - 23:30h


Discografia selectiva de David Binney

2005
Bastion of Sanity
Criss Cross

2004
Welcome to Life
Mythology Records

1998
Free to Dream
Mythology Records

1995
The Luxury of Guessing
Adioquest Records

1991
Point Game
Owl Records/Mesa-Bluemoon Records

Jazz Paint


Musicians :

Anton Schwartz (on Sax), and the Anton Schwartz Quartet:

Adam Shulman (piano)

John Shifflett (bass)

Tim Bulkley (drums)

domingo, outubro 23, 2005

2º Jazz ao Centro!

E o 2º festival do Jazz ao Centro está ja a chegar!
É ja em Novembro!
Não Percam este Cartaz!!

quinta-feira, outubro 20, 2005

Wynton Marsalis




Wynton Marsalis...
Para muitos, considerado o génio da trompete...
Pessoa que conseguiu o grande feito de conciliar o jazz com o clássico!
Uma pessoa a respeitar!

Os seus 2 últimos albuns...


All Rise













The Popular songs!

quarta-feira, outubro 19, 2005

Diana Krall - I've Got You Under My Skin

Diana Krall
I've Got You Under My Skin
Written by - Cole Porter
From - When I Look In Your Eyes
I've got you under my skin
I have got you deep in the heart of me
So deep in my heart, you're really a part of me
And I've got you under my skin

I have tried so, not to give in
I've said to myself this affair it never would go so well
But why should I try to resist when I know so well
That I've got you under my skin

I would sacrifice anything come what might
For the sake of having you near
In spite of a warning voice, that comes in the night and repeats in my ear
Don't you know you fool you never can win
Use your mentality, wake up to reality
For each time I do, just the thought of you makes me stop before I begin
Because I've got you under my skin

terça-feira, outubro 18, 2005

Ascent



1. Do Silêncio
Revelação
2. El Testament d’Amèlia (canção popular catalã)
3. Ascent
4. De um instante a outro
5. Como quem diz
6. Reflexos, Mov. Contrário
Um dia, através do vidro
Parte I
Parte II
7. Outro lugar
8. Naquele tempo
9. (In)diferente
10. Da Noite ao silêncio

Todos sabem (ou imaginam) que o desafio de comunicar, a espontaneidade, a harmonia, o conflito de sons e ideias, assim como a energia sob várias formas e feitios, serão sempre lugares comuns quando falamos de música, escrita ou improvisada. Interpretá-la no momento é a expressão máxima do nosso caminho e a
constante procura de caminhos outros. Eu gosto de pensar que talvez seja a vontade de olhar para dentro e, do silêncio interior, dar sequência a algumas (possíveis) imagens da nossa memória e, ao mesmo tempo, do preciso momento em que o som e a ideia são lançados; mas o maior desafio de todos é, para mim, a incerteza na procura de outros lugares, indefinidos e muito longe daquele onde vivemos – quando deixamos para trás os nossos instrumentos. Muitas vezes, penso em música como uma forma de desconstrução, e consequente construção, do discurso musical, e também como representação de imagens abstractas, presentes na consciência imediata. Estas ganham ainda maior dimensão quando, em conjunto com outros músicos, surgem como “movimentos” dramáticos, objectivos mas também indefinidos, das “histórias” que nos propomos contar. Música, essa questão cada vez mais sem limites. Talvez seja o reflexo da nossa vida; talvez seja a realidade juntamente com o universo dos sentidos. Porém, mais do que a própria realidade, este é o espelho das coisas que dela imaginamos. Do silêncio e de regresso a ele, as imagens (em forma de música) terão sempre um carácter abstracto, suspenso, inacabado... Ascent é dedicado a José Álvaro Morais, cineasta com que trabalhei no seu último filme, Quaresma. Foi ele que me indicou o caminho do silêncio e a sua importância na arte.

Bernardo Sassetti

Angelina


Jazz Feelings...

quarta-feira, outubro 12, 2005

A ouvir...

BITCHES BREW (REMASTER)
MILES DAVIS

Intérprete: MILES DAVIS
Editora: SONY MUSIC, LDA
Formato: CD














The Way Up
PAT METHENY GROUP

Intérprete: PAT METHENY GROUP
Editora: FAROL MUSICA-S.P.E.A.V., LDA
Formato: CD











Silver Rain
MARCUS MILLER

Intérprete: MARCUS MILLER
Editora: MEGAMUSICA-REPR. E DISTRIBUIÇAO LDA
Formato: CD










Um abraço a todos! paz... a equipa jazz in

domingo, outubro 09, 2005

Uma ajuda para New Orleans Musicians!

O katrina devastou completamente a comunidade musical de New Orleans.
Neste momento, os músicos estão todos espalhados pelo estádo e precisam de apoio. Um dia, eles terão a esperança de puder regressar a sua terra natal, mas enquanto não conseguirem precisam de instrumentos, transportes, acessórios, etc...

Os seguintes links revertem para associações de apoio:

Jazz Foundation of America: www.jazzfoundation.org

MusiCares Foundation: www.grammy.com/musicares

New Orleans Musicians Clinic: www.wwoz.org/clinic

Preservation Hall: www.preservationhall.com

Project HEAL: www.acadianaartscouncil.org

Tipitina’s Foundation: www.tipitinasfoundation.org


Todos unidos faremos um mundo melhor!


Jazz Magazine Out.


Capa da revista Jazz magazine de outubro!

Saxjazz

Jazz.Pt Nº3


E a revista nº 3 do Jazz ao Centro Club ja tem lugar reservado em inúmeras tabacarias do nosso país!
Não percam esta fantástica revista portuguesa!

SaxJazz

Charles Mingus


Achei este texto deveras interessante...
Por isso apelo desde já à vossa tradução espontânea!

La reivindicación de un sometido, Charles Mingus

Por Enrique Hurtado

Cuando una persona desconocedora de la música Jazz me pregunta, qué debo escuchar para conocer el jazz, se me vienen francamente muchos nombres. La lista de héroes e íconos de jazz es larga y el lector atento a estas páginas puede confeccionar su propia lista y verá coincidencias con muchos otros lectores. Para mí todo comienzo es importante y a la vez difícil. Pienso entonces en alguien representativo, es decir, en alguien en cuya obra haya síntesis de la cultura afro-americana. Ése es "Charles Mingus" ( 1922- 1979) por lejos la mejor opción. Intentaré pues argumentar brevemente mi elección en este artículo.

Mingus, más allá de todo lo dicho sobre él, de su mal genio, de jactarse de sus proezas en la cama, es sin duda un músico que al escucharle atento, una y otra vez, encuentro toda la impronta de dicha comunidad americana. En su primer período lo vemos como un músico que trabaja con grandes como Charlie Parker, a su propio juicio "el más grande genio capaz de cambiar el jazz en pocos años en su enfoque musical". ( "El Jazz" de J.Berendt, Fondo de Cultura Económica, 1993 )

Además, trabaja en su época de formación con el citado Bird y con Thelonious Monk. La admiración de Mingus a la tradición del swing creada por Duke y a la persona en si, es evidente en mucho de sus composiciones. Aunque su enfoque es modernista, si se me permite el término, en sus workshops, talleres de trabajo, insta a sus integrantes a la improvisación colectiva, en época cuando la improvisación individual con los jóvenes hard boppers ganaba terreno en todas partes.

Pero al escuchar atentamente a Mingus, uno descubre las variadas influencias musicales que marcaron su niñez, léase el gospel, el blues, que no son otra cosa que elementos constitutivos previos de lo denominado Jazz, y más tarde también su afición por la música clásica europea. Inclusive, en la evolución del jazz moderno a comienzos de la década sesenta, lo denominado jazz de vanguardia, muchos ignoran que antes de Coleman y su doble cuarteto, un par de semanas antes, Mingus se presentaba en Antibes con una música francamente seminal a lo que se denota como free. En aquel registro (Atlantic 90532-2) nuestro hombre en cuestión se asesoró por quien para muchos fue el sideman bisagra más notable y generoso con su talento y con un enfoque distinto, fresco y moderno, como fue Eric Dolphy, cuyos solos dan prueba de la evolución musical que se desencadenaría a partir de "Free Jazz" con el doble cuarteto de Ornette Coleman. (RHINO 75208) Mingus lo había hecho de nuevo, se adelantaba a sus pares, sin dar mayor crédito a los críticos de la época. (Escuche a esta dupla en el álbum Mingus, Mingus, Mingus, (Impulse! MCAD-39119) alquimia pura y respeto mutuo de estos dos grandes músicos.)

O sea, en su producción encontramos hasta la década del sesenta una real síntesis musical de este hombre "demasiado blanco para los afro-americanos y demasiado híbrido para los blancos". Blues, Gospel y antecedentes de lo llamado semanas después vanguardia. Pero la obsesión máxima de Mingus fue componer, en palabras de Lester Bowie, grandiosa música negra. Y más aun, para gran orquesta. En un documental exhibido por cable el mismísimo Gunther Schuller es claro: "Los arreglos de Mingus son de tal complejidad para los músicos, que son propias de un compositor de música clásica; complejidad que exige lo mejor de cada intérprete en su ejecución".

Mingus un incomprendido de su época y por sus pares, quién en la pléyade de héroes emerge como un fantasma que quiere recordarles a muchos que su música está aún viva y que cobra mayor interés por parte de los propios músicos y auditores tras su muerte. Por las razones argumentadas anteriormente siempre me da por sugerir a un nuevo auditor la obra de Charles Mingus.

Santiago de Chile
Noviembre de 2004

Em Puro Jazz...

SaxJazz